sábado, 11 de setembro de 2010

Dissipada

"Muitas vezes surpreendo-me com o fato de que eu exista, de que meu corpo seja corpóreo, de que minha face seja minha face, que meu nome tenha uma correlação com uma pessoa que eu possa identificar como eu mesma. Mas suponho que não seja tão estranho criar uma colagem de memórias – recortes que substituam uma narrativa lógica, linear. Eu fiz algo muito semelhante comigo mesma."
- Marya Hornbacher

1 comentários:

Nati disse...

Este livro recomento APESAR DE ser trash. Recomendo justamente por isso. Acho que é um retrato bem fidedigno, genericamente falando, de quem tem T.A.